quarta-feira, 9 de junho de 2021

da Anta de Zedes até à quinta do Pobre, pela Cabreira

 Hoje recordo uma exploração de lugares e lentes.


nestes tempos não era muito comum andar a passear pelos montes e fragas e com ruins caminhos, mas ter máquina gostar de fotografia e ter companhia/cicerone, assim eu e  o meu amigo Aníbal Gonçalves fomos experimentar lentes/filtros novos 




 Depois de uns enquadramentos da anta de Zedes


Rumamos à Cabreira, ver a imensidão de horizontes e  a pedra do Sardão/lagarto


mas o objetivo era chegar, se o caminho nos levasse, à quinta do Pobre


chegamos, e para nossa surpresa estava lá o proprietário, que nos recebeu muito simpaticamente

 


aqui a explicar-nos  o processo da sua rega por pressão natural, ali nada era por acaso, dizia-nos, era tudo pensado para ser rentável. 




Ouvimos muitas histórias que quase nos esquecíamos de o fotografar, ele também tinha o "dom" de se virar para o outro lado quando percebia que ia-mos manusear a máquina. Retenho a sua narrativa muito expressiva do seu viver ali, com a família,  à muitos anos atrás. 

 

 

 Sintam este momento como uma homenagem à sua memória e à sua Obra desses tempos,  no meio do nada

LRC

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